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Dando um bolo daqueles

domingo, 24 de janeiro de 2010 0 comentários



Você como eu, já deve ter marcado um encontro, e na hora "H" aconteceu um imprevisto desistiu de ir.
Não se culpe, isso é normal. Principalmente no início de uma relação, ou até mesmo durante aquele joguinho de sedução.
Primeiro, aquela troca de olhar no shopping, ou pela rua mesmo, conversas picantes por msn, chat ou tele-sexo fone.
Digamos que eu, você e outros bilhões de pessoas por esse mundo a fora, já fizeram isso.
Dar bolo em alguém não é pecado. Pecado, é você não dar uma boa desculpa.
Agora, darei algumas dicas ou estratégias, de como dar o famoso bolo com classe, ou a altura de seu (a) pretendente.

Preliminares
Primeiramente certifique-se do que será, como será e principalmente onde será o encontro.
Tenha em mente, o passo a passo. Planeje tudo o que acontecerá nele; Verifique "a real", aquele, famoso "O que vai rolar?" - deixe acontecer tudo naturalmente, se for somente uma conversa amigável, ou mesmo algo mais picante.

Você não conhece seu (a) pretendente (a)?
Se você é daquelas pessoas que gostam de bater um bom papo pelas salas de chat, ou via fone, fique ligado (a), na maioria das vezes os frequentadores dessa "opção", estão em busca de algo mais íntimo (se é que me entendem) - Ou seja, se você procura algo mais tangivel, ou uma relação mais séria, está no lugar errado.
Mas se você conhece seu/sua futuro (a) parceiro (a), tudo fica mais fácil - tente descobrir as preferências, gostos pessoais, só não faça desse encontro uma entrevista de emprego.

Botando o bolo em ação!
Mesmo se tudo isso que você leu não fizer sentido, ou você ainda estiver inseguro(a), coloque o bolo em ação.
Depois de escolhida a vítima e o local, pratique o plano.
O primeiro passo é saber se a pessoa apareceu no local marcado - como isso? Simples. Na hora de planejar o encontro sempre rola uma troca de fones (celular, não é?), então use-o a seu favor.
Peça a pessoa, que ela te ligue no momento em que chegar ao local (nunca atenda essa ligação!), mas se você for encarregado(a) de fazer essa ligação, nunca ligue, afinal, é a outra pessoa que está interessada, ela que te ligue! (não é mesmo?).
Depois de certificado o comparecimento dela ao local, fique incomunicável, delisgue seu celular, ou de preferência deixe-o tocar, tocar, tocar... (é tão emocionante, a adrenalina sobe). - Se você tiver pena, e atender, ou pior, desistir do bolo, e ir ao encontro, considere-se uma pessoa frustrada pelo resto de sua vida.

Cabecinha, me dá uma trégua?... N.O.T!

Após o tão esperado encontro, que você não foi, vem a hora da desculpa.
E hora de imaginar: "O que será que não aconteceu?", "Qual foi a cara dele (a)?", depois do bolo, nossa cabeça fica tentando reciocinar, desvendar o que teria ou não teria contecido, se você tivesse ido - isso é normal, afinal você também tem sentimentos; E se fosse você a pessoa rejeitada?

Desculpas, pra quê te quero?!
Se tudo até aqui aconteceu dentro do previsto, e você não se suicidou de remorço, ou algo parecido;É hora de enfrentar o gatinho (a), que numa hora dessas já deve ver virado uma fera.
Não use desculpas "clichês", seja criativo (a)!
Não venha com o papo de vovó (ô), tia, mãe, pai, papagaio... ou a mais utilizada "Aii, estava chovendo, eu não gosto de sair na chuva!"

Top 3 - erros, analisando a frase:
1- A expressão "Aiii", dá noção de pena, e não é isso que você está sentindo (certo?) - inspire segurança;
2- Chuva, não é mais pretexto, existe sombrinha, guarda-chuva, carro, ônibus, metrô, táxi, capa de chuva.... posso enumerar a quantidade de meios que existem para você se livrar da chuvinha;
3- Seguindo a linha de raciocinio acima, você não é feito (a) de açúcar.

Só se você morar em São Paulo, ou Joinville/SC, daí sim. Podemos até relevar o uso dessa desculpa.

Ouse, Crie & Inove
Nesse mundo, ser criativo é um enorme diferencial, você já deve ter ouvido isso por ai.
A criatividade nesse meio, é muito válida.
Na hora de criar alguma desculpa, ouse. Apegue-se aos detalhes - eles dão um tom de realismo.
Não dramatize, fale naturalmente, com calma.

Vá em frente, solte a pérola!
Pensou em uma desculpa criativa, ousada e inovadora?! Vá em frente, conte-a!
Você tem dois destinos, a segurança ou insegurança, tudo dependerá de como você se saiu nas etapas anteriores, dê a cara a tapa - Afinal, se ele (a) está realmente interessado (a) em você, verá com os olhos da verdade, e encontrará em você sinceridade. É como se fosse uma jazida, ou uma ostra. Mas produza, boas pérolas, pois há chances dele (a) descobrir a falsificação (jóia?)

A culpa é toda sua!
Nunca, jamais fale que você não teve culpa!
Sempre tome o sentimento de culpa para você, mesmo você não tendo a mínima - lembre-se, isso foi premeditado.
Reflita: Bobo (a) foi ele (a), que marcou algo com você. Ele (a) sabe que vooê tem uma agenda lotada! - pense nisso.
Dê uma de Galisteu, e faça Charme, sempre ajuda no convencimento.
Fazer-se de vítima não ajuda em nada, torne-se culpado (a) - auto-flagelação é o MUST!

Papinhos, papinhos, papinhos...
Depois de uma troca de idéias, muita desculpa, e cara-de-pau, dê um tempo. Não remarque esse encontro imediatamente, deixe cozinhar, até você sentir-se completamente seguro (a), mas continue a conversar com o (a) abandonado (a), pois ele (a) pode ser o único a te dar atenção - se acontecer isso, repense.

Cesfit'ine
Se você fez todas as recomendações, e conseguiu sair dessa saia-justa, que é o "bolo", parabéns.
Mas pense muito antes de fazer.
Lembre-se: Você não quer para os outros, aquilo que não deseja para si mesmo (a). - haja assim nos casos necessários.

Já se você pensou que eu daria um belo exemplo de desculpas, sinta-se um (a) fracassado (a), pois o (a) dono (a) da história é você, a culpa é sua, e o problema também! É TUDO SEU! - lembre-se ;)

Hype, totalmente sem escalas

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 1 comentários

Não é difícil gostar de Jason Reitman. Nerd, fã de cultura pop, diálogos maneiros, é quase como se (boa parte de) nós tivesse um representante na indústria do cinema. Ao passo que não é difícil gostar de Up In The Air. Nerdices, diálogos maneiros, cultura pop, roteiro que aflora o lado anti-social presente em (boa parte de) nós. Está tudo ali, super bem amarrado e engendrado numa ótima atuação do simpático George Clooney. Terceirizado na função de consolar pessoas demitidas ao longo do país, seu mote é viver apenas com relações ocasionais, entre viagem e outra, sem afeição, e com um objetivo específico: acumular milhões em milhas aéreas. Mas, não se engane: este é puro escapismo de roteiro nerd-obssessivo, não exatamente o plot central.



Vale lembrar a você de Obrigado Por Fumar, um propagandista da indústria do cigarro convicto na ética da profissão. Ou Juno, garota grávida bem resolvida em querer dar sua criança para adoção. Reconhecemos um padrão aí, para Reitman todo mundo é um outsider que contraria a lógica com idéias meio idiotas e que você ainda deve ter simpatia. Nenhum erro em possuir um padrão, alguém pode até considerar isso, digamos, seu estilo (e Juno ganhou até Oscar de roteiro original, escrito por Diablo Cody, e Up in The Air faturou o Globo de Ouro de melhor roteiro, do próprio Reitman). O problema é que algumas semelhanças são bastante grotescas entre os filmes, e com resultados infelizmente clichês. Porque embora apresente todo um aspecto cool e inédito nas histórias, tudo acaba sempre do mesmo jeito, um que você deve (e vai) saber qual. A impressão é que até o diretor parece se dar conta, no meio do caminho, que seus personagens são bem rasos, com objetivos canhestros demais pra preencher um filme. Ainda que, justiça sendo feita, seja seu melhor longa até aqui, um QUASE não-clichê. up-in-the-air-1 Claro que a luz do bom entretenimento, Up In The Air está acima da média, muito mais pelas boas intenções percebidas, do que verdadeiramente a sua execução. Ele explora a ironia das relações, tem sacadas divertidas, possui até mesmo conflitos interessantes (como a discussão entre Clooney e sua assistente, a atriz Anna Kendrik, sobre a existência do amor – nada que não tenha se visto melhor em 500 Dias com Ela). No fim, é um filme que sabe até ser tocante, com boa trilha e fotografia linda extraída de aeroportos e tudo. No fim, ele é mesmo um trololó metidinho sobre amor – e o nome em português, Amor Sem Escalas, faz todo sentido. Todos seus equívocos estão na falsa idéia de que ele é fundamental, é como se a indústria da música trouxesse para a do cinema uma de suas piores manifestações: o hype. Apenas não acredite. Up In the The Air não é tão bom quanto vão te dizer que ele é. Nem tão ruim quanto eu possa te convencer que ele é.


Bem vindos!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 9 comentários



Olá pessoal, gostaram do visual do blog?
Ele foi feito especialmente para vocês, meus queridos leitores, e também seguidores do Twitter.
Aqui teremos um canal para conversas pessoais e impessoais; Tudo com muito humor e descontração, claro alguns assuntos serão sérios, mas o que importará mesmo é sua opinião.
Agradeço a equipe do Fun Brasil, que me disponibilizou esse espaço, creio que será ótima essa nossa experiência